Foi exatamente isso que estas mulheres conseguiram bem longe da tradicional academia. Elas ganharam curvas maravilhosas e, de quebra, consciência corporal e uma sensação de bem-estar intensa. Anime-se!
Maria Carolina Balro/Fotos Fabio Heizenreder Realização Noris Martinelli
Delicadeza e força Plié, elevé, relevé. Essas são palavras que, desde os 3 anos, fazem parte da vida de Marina Beltrame( a bailarina da foto.), hoje com 21. "Durante 15 anos treinei profissionalmente, mas ag
ora faço balé por prazer, pois a expressão por meio do corpo me encanta", diz. A repetição dos passos de dança ajudou Marina a fortalecer e delinear as panturrilhas. "O movimento de impulsão e flexão dos joelhos e os exercícios na ponta do pé exigem muito das pernas", diz. O balé, além de trabalhar a postura e a flexibilidade, endurece o abdome e o bumbum.BENEFÍCIOS CLÍNICOS : Dançar exercita o corpo como um todo e dá uma sensação de bem-estar poderosa. "Mas é preciso impor limites, pois a exaustão leva a lesões e distensões. Sem falar em tendinites, comuns nos pés das bailarinas", diz o traumatologista Samir Salim Daher, de São Paulo. Como requer habilidade, a dança responde melhor quando iniciada na infância, mas há cursos para todas as idades.






